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Golpe do PIX e fraude bancária

Caiu em um golpe do PIX?

Agir nas primeiras horas faz diferença. Em vários casos, o banco responde pelo prejuízo quando falhou na segurança da sua conta ou da transação.

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Advogado Ricardo Fávaro
Ricardo FávaroOAB/PR 70.942

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O que fazer logo depois do golpe

Essas medidas valem para qualquer valor e protegem suas provas.

  1. Avise seu banco imediatamente pelo aplicativo ou pela central e peça a devolução pelo MED (Mecanismo Especial de Devolução do PIX). Anote o número do protocolo.
  2. Registre um boletim de ocorrência. Pode ser on-line, pela delegacia virtual do seu estado.
  3. Guarde tudo: comprovantes do PIX, prints das conversas, número de telefone do golpista, e-mails e protocolos do banco.
  4. Não apague o aplicativo nem as conversas, e não aceite ajuda de "recuperadores" que pedem pagamento adiantado. Também é golpe.
Já fiz isso, quero falar com o advogado

Quando o banco pode responder

Situações em que o banco costuma ter responsabilidade

O banco tem o dever de manter a conta e as transações seguras. Alguns cenários em que isso costuma ser discutido:

Conta invadida

Transferências feitas sem você, por acesso indevido ao aplicativo ou ao celular.

PIX fora do seu padrão

Valor alto, horário incomum ou várias transferências seguidas que o banco deixou passar sem nenhum bloqueio.

Falso funcionário do banco

Golpista que sabia dados que só o banco tinha, ou que ligou de número parecido com o do banco.

Banco negou sem explicar

Pedido de devolução recusado sem análise, ou banco que demorou a agir quando foi avisado.

Com franqueza: quando foi você quem fez o PIX, nem sempre o banco é obrigado a devolver. Por isso não prometo resultado. Analiso o seu caso e digo claramente se vale a pena seguir. Minha atuação é voltada a perdas a partir de R$ 5.000.
Sala de reunião do escritório Ricardo Fávaro Advocacia em Maringá

Quem cuida do seu caso

Ricardo Mendonça Fávaro

São 12 anos de advocacia nas áreas criminal e cível. Hoje a atuação do escritório está concentrada na defesa de quem está sendo executado por dívida: pessoa física, produtor rural e pequena empresa.

Você fala direto com o advogado responsável pelo caso, recebe uma explicação clara do que pode ser feito e acompanha cada movimentação do processo.

  • OAB/PR 70.942
  • Av. Carlos Gomes, 63 – Zona 05, Maringá/PR · CEP 87015-200
  • Segunda a sexta, 8h30–12h e 13h30–17h30
  • Atendimento presencial em Maringá e on-line para outras cidades

Dúvidas frequentes

Perguntas que eu mais recebo

O banco é obrigado a devolver o dinheiro?

Nem sempre. O banco responde quando houve falha na segurança da conta ou da transação, por exemplo quando a conta foi invadida ou quando um PIX muito fora do seu padrão passou sem nenhum bloqueio. Cada caso precisa ser analisado.

Quanto tempo eu tenho?

Quanto antes, melhor. O pedido de devolução pelo banco tem prazo, e o dinheiro costuma sair rápido da conta do golpista. A ação judicial tem prazo maior, mas as provas ficam mais fortes quando se age logo.

Fui eu mesmo que fiz o PIX. Tenho direito?

Pode ter, mas é o tipo de caso que exige mais cuidado. Golpes do falso funcionário do banco, de conta invadida ou com uso de dados que só o banco tinha costumam ter mais chances. Eu digo com franqueza se vale a pena seguir.

Perdi menos de R$ 5.000. Você atende?

Minha atuação é voltada a perdas a partir de R$ 5.000. Para valores menores, indico o caminho pelo Juizado Especial, que aceita ação sem advogado em causas de até 20 salários mínimos, e pelos canais de reclamação do Banco Central e do consumidor.gov.br.

Vale a pena registrar boletim de ocorrência?

Sim. O boletim é uma das provas mais importantes do golpe e costuma ser exigido pelo banco e pelo juiz.

Caiu em um golpe? Fale comigo hoje.

Mande pelo WhatsApp o que aconteceu, o valor e, se tiver, o protocolo do banco. Eu explico o que pode ser feito no seu caso.

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ou ligue: (44) 99101-6003

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